21
out, 2019

Seminário Acadêmico de Comércio Exterior encerra sua programação na Facape trazendo possibilidades sobre o processo de exportação e importação para a economia local

O Secomex, Seminário Acadêmico de Comércio Exterior organizado pelo colegiado do curso de Comércio Exterior da Facape, ocorreu entre os dias 16 e 18 de outubro, e trouxe muito conhecimento e perspectivas para o mercado interno e externo do agronegócio. A programação do evento contou com palestras, minicursos e uma visita técnica voltada para as demonstrações de produção e cultivo de frutas comercializadas aqui no país e no exterior.

Em seu último dia de atividades o evento trouxe como convidado, o professor doutor Nildo Cassundé Junior, que conversou com os participantes do evento sobre competitividade, provocando os profissionais da área e alunos do curso a saírem da zona de conforto. Além de Nildo, estiveram presentes no encerramento do Secomex, a diretora acadêmica da Facape, Vania Lasalvia, a coordenadora do curso de Comércio Exterior, professora Michela Darc Campos e a coordenadora do curso de economia, professora Maria do Socorro Macedo.

A diretora Vania parabenizou a coordenadora Michela Darc, pelo belíssimo evento, agradeceu o apoio da comissão de alunos, que se empenharam no planejamento e execução do Secomex, agradeceu também a participação do Professor Nildo Cassundé e pontuou para todos os participantes do evento, em especial aos alunos do curso, sobre a importância de adquirir conhecimento para o mercado de trabalho, “o conhecimento nunca se perde”, afirma.

Nildo Cassundé, ministrante da palestra sobre competitividade internacional do agronegócio do vale: a busca para sair de exímio produtor agrícola para gestor agrícola, afirmou aos participantes que a competitividade do vale já é reconhecida internacionalmente, segundo ele, “O Brasil só perde para ele mesmo… o nosso país tem água, terra, mão de obra, tem tudo para produzir e comercializar”. Entretanto, o professor faz uma ressalva alertando os meios utilizados na produção, como o agrotóxico, que vem sendo o vilão da exportação.

“A imagem da marca Brasil está manchada por conta dos agrotóxicos. As marcas do vale do São Francisco são vistas lá fora como Brasil, logo se a imagem do país quanto ao agronegócio está manchada, isso impacta os produtos daqui, ainda que tenhamos todos os selos de qualidade”.

Para Laesse Gomes, aluno do 6º período de Comércio Exterior, o  Secomex é um momento de se reunir para compartilhar conhecimento, sendo o ramo do comércio exterior muito forte para a economia no país. Segundo ele, todo o país que se desenvolve tem que ter um comércio exterior forte.

“Essas discussões são importantes para se pensar no crescimento da área, visto que o Brasil tem um potencial gigantesco, que tende a ser uma grande potência, então precisamos buscar desenvolver cada vez mais nossas capacidades”.

A coordenadora do curso de Comércio Exterior, Michela Darc, avalia o seminário como uma fonte de conhecimento tanto teórico, como prático da área aqui no Vale do São Francisco e afirma que um evento como esse precisa acontecer não só no mês de outubro, mas durante todo ano. “O Colegiado de Comércio Exterior vai estar mensalmente provocando a sociedade para que conheça melhor, não só o curso, mas também as possibilidades que o processo de importação e exportação traz para a economia local”.

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